E finalmente acordei
daquele enubriante sonho
Resignar-me-ei agora à pura insignificância
Andarei pelas sombras
andarei pelos cantos
O sol me contemplará
quando lhe der vontade
Ficarei à espera
do pouco conforto
Calarei as palavras
porque eu sei
porque Deus me disse
que eu mereço isto
E tudo o que eu guardar
Cá há-de ficar
para relembrar
quando a realidade se deitar
e eu voltar a sonhar
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)